quinta-feira, fevereiro 02, 2006

Exportando lixo

Quando a gente acha que certas coisas chegaram ao fundo do poço, é triste perceber que em geral existe um alçapão que permite cair mmuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito mais.

Cito nota da Folha Online (leia anotícia original): "Quero ver o popozão!", empolga-se Kevin Federline, 27, no primeiro single do álbum que irá lançar em breve. ......O marido de Britney Spears conheceu o funk carioca por meio de um amigo produtor, que namora uma brasileira de São Paulo. Resolveu incrementar seu disco de inspiração hip hop com as batidas criadas nos morros do Rio.

O funk carioca moderno já um lixo gigantesco. Imaginem então um funk carioca à la americana (com direito a sotaque e tudo...)

A letra faz menção ao Brasil e ao Rio, mas o destaque mesmo é a conotação sexual característica dos funks cariocas. "Gatinha, sai do chão/ Vai descendo o popozão", canta ele com forte sotaque. Na letra há ainda versos como "Bring that Brazil bootie on the floor" ("Desça este traseiro brasileiro até o chão").


Estou preocupado: será que ele teve que gastar muito o cérebro pra criar esses versos ?

Nessas horas, sinto uma profunda tristeza pela humanidade.

Mas voltemos ao trabalho, com Beatles no fone de ouvido para lembrar que nem tudo está perdido.

Comments:
Cara na boa, para mim você está com "ciúmes". Eles exportam "lixo" e enchem a cola de dinheiro....
E aliás usando uma frase que você me disse ontem: gosto é igual a "%$": cada um tem o seu...
 
Infelizmente vemos tanto lixo por aí...
Conheço excelentes músicos que estão batalhando para conseguir o seu espaço e muitos acabam desistindo.
Porque o povo gosta de tanta porcaria eu não sei. Gostaria de ver a mídia produzindo grandes músicos e não essa lavagem, que nada tem a acrescentar!
 
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